segunda-feira, 22 de setembro de 2008

RELAXAR


É hora de descansar 1 pouco.
Até logo!

sábado, 20 de setembro de 2008

terça-feira, 16 de setembro de 2008

LUXURIA - Ódio



Ódio
Luxúria
Composição: Meg Stock

Ah ah ra ra an ão ão ão ão ah ah ra ra an ão
Durante muito tempo eu construí uma história em cima de um castelo destruído
E pra fugir dessa realidade dura eu já encontrei mais de mil motivos
Agora essas palavras de pessoas santas parecem música nos meus ouvidos
Já que ficou quase insuportável ouvir a voz dos meus olhos aflitos
De tanto chorar depois que a festa acabar
Se eu não me matar, talvez eu peça ajuda para voltar
De um lugar da onde despenquei feito um anjo que morreu de raiva
Na queda eu me despedacei mas eu já me permito mudar
Ah ah ra ra an ão ão ão ão ah ah ra ra an ão
Eu olhei ao meu redor para reconstruir o meu castelo caído
Pra viver de bons momentos sem ter que ter os olhos escondidos
Já fiz até um testamento que não tem nada, nada, nada escrito
Já que a minha maior herança é a que eu vou levar comigo
Pra evoluir, depois que o terror passar
Se eu não suportar talvez eu peça ajuda pra voltar
De um lugar da onde despenquei feito um anjo que morreu de raiva
Na queda eu me despedacei mas eu já me permito mudar
Esse meu ódio ééé...
Meu ódio ééé...
O veneno que eu tomo querendo que o outro morra!
Esse meu ódio ééé...
Meu ódio ééé...
O veneno que eu tomo querendo que o outro morra!
Querendo que o outro morra!
(Ah ah ra ra an) querendo que o outro morra!
(Ah ah ra ra an) querendo que o outro morra!(ra ra ra ra ra ra) querendo que o outro morra!

ker um beijinho?


Imagens da Semana - BICHOS - Álbum de Fotos



segunda-feira, 15 de setembro de 2008

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Morte de um amigo





Gloria Moribunda

É uma visão medonha uma caveira?

Não tremas de pavor, ergue-a do lodo.

Foi a cabeça ardente de um poeta,

Outrora à sombra dos cabelos loiros,

Quando o reflexo do viver fogoso

Ali dentro animava o pensamento,

Esta fronte era bela. Aqui nas faces

Formosa palidez cobria o rosto...

Nessas órbitas—ocas, denegridas! —

Como era puro seu olhar sombrio!


Agora tudo é cinza. Resta apenas

A caveira que a alma em si guardava,

Como a concha no mar encerra a pérola,

Como a caçoula a mirra incandescente.


Tu outrora talvez desses lhe um beijo;

Por que repugnas levantá-la agora?

Olha-a comigo! Que espaçosa fronte!

Quanta vida ali dentro fermentava,

Como a seiva nos ramos do arvoredo!

E a sede em fogo das idéias vivas

Onde está? onde foi? Essa alma errante

Que um dia no viver passou cantando,

Como canta na treva um vagabundo,

Perdeu se acaso no sombrio vento,

Como noturna lâmpada, apagou-se?

E a centelha da vida, o eletrismo

Que as fibras tremulantes agitava

Morreu para animar futuras vidas?


Sorris? eu sou um louco. As utopias,

Os sonhos da ciência nada valem,

A vida é um escárnio sem sentido,

Comédia infame que ensangüenta o lodo.

Há talvez um segredo que ela esconde

Mas esse a morte o sabe e o não revela,

Os túmulos são mudos como o vácuo.


Desde a primeira dor sobre um cadáver,

Quando a primeira mãe entre soluços

Do filho morto os membros apertava

Ao ofegante seio, o peito humano

Caiu tremendo interrogando o túmulo

E a terra sepulcral não respondia.


Levanta-me do chão essa caveira!

Vou cantar-te uma página da vida

De uma alma que penou, e já descansa.

Imagens do dia - Álbum de Fotos - UOL Notícias

Imagens do dia - Álbum de Fotos - UOL Notícias

segunda-feira, 25 de agosto de 2008